sábado, 31 de dezembro de 2011

Loucura

A desventura
No fim do túnel
Acreditando,
Estar ao menos protegida
Das sombras,
E desse poderoso e cruel mundo insano.

Alguém mais tolo
Argumenta coisas naturais
Sem distinguir nada,
Somente ilusões.

Hospícios parecidos
Com uma jaula,
A jaula da imaginação.
Paisagens macabras
No desventurado cotidiano de louco!


(Bruna Selzlein)   01/12/11

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