A desventura
No fim do túnel
Acreditando,
Estar ao menos protegida
Das sombras,
E desse poderoso e cruel mundo insano.
Alguém mais tolo
Argumenta coisas naturais
Sem distinguir nada,
Somente ilusões.
Hospícios parecidos
Com uma jaula,
A jaula da imaginação.
Paisagens macabras
No desventurado cotidiano de louco!
(Bruna Selzlein) 01/12/11
sábado, 31 de dezembro de 2011
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Chamas do Frio
Calafrios de medo
Jogo perdido,
Aposta vencida,
Apostador desconhecido.
Floresta úmida,escura
Jornada à procura do amor...
Mas isso é fictício,
Queima por dentro.
Golpe estranho.
Não consigo enxergar
Quem está por trás disso?
Parece uma perfeição.
Pontilhados feitos
No céu,na terra,
Procurando por você
Aonde você está?
Você é o ganhador,tal como perde,
Se esconde muito bem,da verdade.
Mergulhando no fogo
As chamas se apagam.
Sua floresta renasce.
Clareando-o.
Você aparece
Mas não consigo vê-lo.
É muita luz
Para pouca escuridão.
Só sinto o calor na sua floresta fria.
(Bruna Selzlein)
Jogo perdido,
Aposta vencida,
Apostador desconhecido.
Floresta úmida,escura
Jornada à procura do amor...
Mas isso é fictício,
Queima por dentro.
Golpe estranho.
Não consigo enxergar
Quem está por trás disso?
Parece uma perfeição.
Pontilhados feitos
No céu,na terra,
Procurando por você
Aonde você está?
Você é o ganhador,tal como perde,
Se esconde muito bem,da verdade.
Mergulhando no fogo
As chamas se apagam.
Sua floresta renasce.
Clareando-o.
Você aparece
Mas não consigo vê-lo.
É muita luz
Para pouca escuridão.
Só sinto o calor na sua floresta fria.
(Bruna Selzlein)
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Lie
Dias estranhos
Alguma coisa
Querendo dizer...
Escandalosa.
Magníficas brincadeiras
Que deseja para a vida inteira,
Sapateia
Para a estrela.
Abriga a luz do dia
Como um parasita
Rastejando
Intrometido.
Sua intuição ,
Avisa,
Um intruso
Nesse anel da ficção.
(Bruna Selzlein)
Alguma coisa
Querendo dizer...
Escandalosa.
Magníficas brincadeiras
Que deseja para a vida inteira,
Sapateia
Para a estrela.
Abriga a luz do dia
Como um parasita
Rastejando
Intrometido.
Sua intuição ,
Avisa,
Um intruso
Nesse anel da ficção.
(Bruna Selzlein)
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Fly Away
Sobem o mais alto
que podem.
A luz da noite
Corujas fogem.
Voam para bem longe
Um mundo desconhecido
Histórico,lendário
Paisagens...
Desaparecem em traços
Longos e velozes.
Reaparecem em alguma música
Algum cantar...
Dançam em noites
Assistem o dia,
Grande espetáculo
Magia.
Gigantes confiantes
Dicas interessantes.
Grande sigilo
Querido amigo!
(Bruna Selzlein)
que podem.
A luz da noite
Corujas fogem.
Voam para bem longe
Um mundo desconhecido
Histórico,lendário
Paisagens...
Desaparecem em traços
Longos e velozes.
Reaparecem em alguma música
Algum cantar...
Dançam em noites
Assistem o dia,
Grande espetáculo
Magia.
Gigantes confiantes
Dicas interessantes.
Grande sigilo
Querido amigo!
(Bruna Selzlein)
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
Outono
Vento vai e vem
Folhas caem,
E levam meu bem.
Árvores nuas
Folhas mortas
Vivas,mortas
Ainda viva.
Chuva e frio
Vento e brisa.
Dias secos
Dias vivos,
Tons marrons
Em toda parte.
Lembranças
Do outono criança,
Quando corríamos
Pelas folhas secas
E pelas poças de lama.
Levadas ao vento...
Logo chega o inverno,
Chega e toma conta de tudo
E assim,começa tudo de novo.
(Bruna Selzlein)
Folhas caem,
E levam meu bem.
Árvores nuas
Folhas mortas
Vivas,mortas
Ainda viva.
Chuva e frio
Vento e brisa.
Dias secos
Dias vivos,
Tons marrons
Em toda parte.
Lembranças
Do outono criança,
Quando corríamos
Pelas folhas secas
E pelas poças de lama.
Levadas ao vento...
Logo chega o inverno,
Chega e toma conta de tudo
E assim,começa tudo de novo.
(Bruna Selzlein)
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